quinta-feira, julho 13, 2006

Haja o que houver

Cá há um vazio,
Que deixaste
.
Não sei o que existe aí
É invisível daqui,
Insensível com o oceano no meio.
Quis ir ao mar e ponderar
Ah, amigos...
De nada servem
Não os posso amar.

Dor maior é alienação
Não ter notícias
Sou todo preocupação.
Sou toda a dor num coração.

Se ao menos eu escutasse
Mas para isso preciso de ti.
Repercutir as batidas
Deste coração qu’eu quero.

Volte com o vento,
Meu amor,
Volte por favor.
Porque ficas aí
Longe de ti?
Volte para mim,
Por Favor.
Volte com o Vento,
Por favor,
As janelas de minha vida
Aguardarão abertas por ti
.


A Criação: 12/06/2006

A “Escrição” : Não é fácil esconder de mim mesmo o quanto me falta a Guria Luso-Carioca. Mas também não é fácil esconder o quanto ela me faz mal. Dizer sobre amor é doloroso, é um sentimento tão forte quanto a atração lunar-terreste. E encorajar-me pra dizer-lhe isso foi uma tarefa árdua, para que ao final eu ficasse alienado. Não tenho informações dela.

Agora espero que seja um caminho sem fim sem volta e sem olhares para o passado. Sem fraquejar de deixá-la voltar a ocupar o espaço da ferida cardíaca como que com tétano em essência. Por mais qu’eu queira não posso me permitir sofrer mais. Chega de dor, já surgem chagas de angústia na alma. Não quero um’ alma pústulada.


Um comentário:

Carlos Eduardo disse...

Bom..eu vo comenta no qual, particularmente, mais gostei..
andei "vasculhando" seu blog que por sinal ta bom hein rapaiz?!
tdo d bom ..abração!