domingo, abril 23, 2006

Brasil na UE

"Um desconhecido invadiu a sala de aula e proclamou a independência. Todos não entenderam.

_ Isso é uma piada, né?! – Ninguém entendeu. Foi a graça daquela manhã.

Aquele desconhecido que professava a independência, conosco há mais de um século independentes, marcou como ferro aquele dia.

Passado algum tempo, via-se pessoas andando sem esmero, com a pressa de uma criança. Noticiavam os informativos: o Brasil assim como a Guiana Francesa, agora participa da União Européia. A população, agora européia, andava irritada e pisando firme. Não tinham chão, seu mundo foi desfigurado.

Agora os brasileiros somos portugueses. E esses mudanças proporcionaram a ordem que eles iberos nunca deixaram repousar aqui durante a colônia. Aqueles políticos com que nós nos fadigávamos de reclamar fugiram ou adaptaram-se a essa mudança.

Via-se a vantagem dessa nova colonização que era o livre acesso à União Européia, a instituição de uma moeda forte, uma nacionalidade digna, o fortalecimento das instituições públicas, uma vida digna, um salário humano.

As mudanças vieram rapidamente e não fugiram das expectativas".



Simulação dos brasileiros regressando sob Portugal e atingindo níveis de dignidade que nunca conhecemos até a presente data. A drástica redução da corrupção e entrada do Brasil, como membro de Portugal, na UE. E usufruindo positivamente desta nova condição. Criado no dia 19/abril/2006 da era cristã.

Espero compor o próximo capitulo em breve.

segunda-feira, abril 03, 2006

Escolha da Carreira e mudança de Sonhos

Olá a todos os leitores,

Quero deixar meu depoimento aqui para que possa servir de instrumento para uma reflexão para todos aqueles adolescentes, até os mais tardios, na hora de escolher a profissão.
A minha escolha foi um processo bem claro, mas revelou-se infundado, pois eu não conhecia meus sonhos.
Uma pessoa sem ambição não chegar a lugar algum.
"Quer ir aonde?
_ AH! Sei lá".

Eu desde cedo tive uma curiosidade anormal. E sobre temas que não era comum alguém se interessar na minha faixa etária. Eu comecei a pesquisar mais e mais sobre Lingüística. E me aprofundava acreditando que aquela seria minha profissão.
Ao completar o Ensino Fundamental, estava cada vez mais próximo da decisão que precisava tomar, A Profissão.

A Lingüística começou a medir forças com meus sonhos. Eu sempre sonhei em ser empresário e sonhos grandes mesmo, ter uma indústria. E me perguntava como eu conseguiria como lingüista ser empresário, não é uma profissão que remunere assim. E no Brasil teria de trabalhar com índios, e com índios tenho lá minhas restrições.

Aí, entra meu pai. Sempre fui um cara de humanas, digo, ciências humanas. Então ele ao longo do Ensino Médio, me guiou numa única direção. E ele pôs força nisso. Tanto que conseguiu.
Quando me mudei pra Resende, para terminar o ultimo ano, não deu outra. Escolhi exatamente Direito.
E hoje cursando Direito eu realmente gostei da Ciência Jurídica e ela, acredito que me proporcionará as ferramentas pr'eu poder ser o empresário que sonhei. Porque se não repararam, o Direito envolve todas as relações humanas.

Então, meu conselho é: conheçam a si mesmos, saibam claramente, qual é o sonho de vocês. E aí sim, poderão saber dentro do gosto de vocês o que poderão escolher como profissão.
Não percam nunca em mente o ideal. E não esqueçam que a faculdade é um curso profissionalizante, mas nunca ensinará o "pulo do gato".



:)

Teemu Oikos :-P

sexta-feira, março 17, 2006

Retomando

Retomando o que é de direito. :-)

Olá personas,

Estou retomando todas as atividades. Estive fora também, porque haviam alguns problemas no blog. Mas pareceram ter sido resolvidos. E como num lembro o que era, só testando mesmo.
Se der algo errado, eu vou mesmo é trocar de blog. Mas levo tudo daqui.

Ai eh isso ai pessoal.

Beijos e abraços,

Häh! Tenho pensado em Adotar um pseudônimo.... Vamos ver se é algo legal mesmo.

Tenho pensado em algo como Aulis ( um nome finlandes, masc. eu acho bonito nome), ou Teemu. São meus dois Favoritos.


Teemu Oikos ... eh parece simpático pseudônimo. De fácil pronuncia.

segunda-feira, agosto 15, 2005

Eternia

É como voltar ao estado primário da vida, a infância.

As lembranças assisto como se acontecessem nesse presente.

Memórias que vividas, lá, me alimentam a alma para viver o hoje.





A Criação: 14/08/2005
A “Escrição” : Primeiro, antes de tudo se mover neste universo, dedico estas palavras a cima em memória de minha prima Thaís. Ela quem, numa conversa nossa, me fez lembrar das boas terras que me recepcionaram a chegada ao mundo (MaTo Grosso). Então, disse a ela qu’eu um dia a levaria para qu’ela conhecesse as belezas, riquezas, pobrezas e defeitos da minha terra tão amada.

Eu queria expressar com essas palavras que as recordações que tenho de minha terra são agradáveis de serem lembradas, como as lembranças de infância agradam serem recordadas.

Pra mim estas palavras mal pensadas e cuspidas pelos dedos no computador, querem bradar ao mundo o quanto amor cabe em mim. Quão imensurável é meu amor por Mato Grosso e pelo país que me deu a cidadania mais linda do planeta.

A tentativa de ser um pouco sonhador e realista fez esta postagem de hoje. Espero que não tenha sido uma leitura desagradável e nem ofensiva.
E me desculpo agora pelas grosserias ditas e apenas dedico minha inspiração à Thaís.

Thaís, sabes que para mim sempre foi e é e será A Prima.

E mesmo nacionalista, monarquista, eu me considero um cosmopolita. Ter uma boa lâmina num canivete suíço, uma bebida alemã, uma cerveja holandesa, uma musica finlandesa e comidas várias, são imprescindíveis.

terça-feira, agosto 09, 2005

Não eh nada alehm de escrito

Há uma dor no peito que não a do coração
Mas a do sentimento.
Um castigo no corpo qu'eu mesmo me implico,
A indisciplina.
A falta de exercícios que consiliem a alma e o corpo.

Diziam "Mens sana in corpore sano".
Mas se meu corpo não é são, o que salvarei da mente?
A mente integra o corpo!

Penso apenas um pensamento:
"Vini, Vidi, Vinci".
Irei degolar este ano. Esquartejarei os estudos secudários.

Implodirei o Sistema, um dia IMPLODIREI!
Me sinto como um presidiário em seu banho de sol
Quando no meu intervalo vou para a quadra.

Não sinto nada além de cólera.
É ela quem guia minhas cautelosas ações na SKOLÉ (gr.).

Seria bom se tudo aqui mudasse. Desde a educação do povo até os detalhes mais pessoais da vida de todos os cidadãos. Quantos conjuntos habitacionais poderiam ter sido feitos? Quantas favelas poderiam ter sido desfeitas? Quantos professores poderiam ter um salário humano?
Estes últimos também são culpados de suas ações! As greves que aparentemente são pra algo justo, prejudicam a VIDA dos alunos por reinvidicações irrisórias.

Quantas catástrofes precisamos ver, fazer parte pra que O POVO DESTE PAÍS VIRE UMA NAÇÃO E LUTE PELOS SEUS DIREITOS. QUE SE UNA PRA QUERER UM PAÍS MELHOR.

VAMOS SAIR DESTA INÉRCIA SECULAR E PARTIR RUMO A UM NOVO DESTINO QUE NÓS TRAÇAREMOS.

VAMOS LUTAR PELO PAÍS QUE TAMBÉM É NOSSO.



MATHIAS

Erros

Eu havia cometido uns erros "básicos" aqui no blog e nem tinha tido o tempo hábil para corrigi-los, nem ao menos notá-los.

E agora que foram sanados, quero expor mais.

Agradecer mais. Pediria sempre que lessem e deixassem comentários. Estou sempre bisbilhotando os comentários.

Expor mais não só meus “desenhos cursivos” [ :-P }, mas também minhas idéias. E bom seria que fossem combatidas ou apoiadas. Quem sabe nas horas vagas este meu espaço também sirva de Agora? Falemos o que nos emana da mente.

Agradecido.

PS: Sem aqueles que se uniram e na dada ocasião me geraram, não estariam lendo isto. Este presente seria outro.
Sem estes que me criaram e amaram, não estariam lendo isto. Este guri seria outro.
Sem estes que divergiram e divergem entres seus assuntos, nunca leriam isto.
Sem mim eles também seriam outros.
E vocês que lêem isto também seriam outros.
SEM ELES eu SERIA NADA, sem sua guia e amor não seria Eu, sem suas divergências não brotaria a personalidade Mathias de caráter próprio.
Sem ela, sem ele, sem eles não haveria existir meu.
Sem eles não haveria eu.

segunda-feira, agosto 01, 2005

Amizade

A amizade para mim já é necessária de algo mais.

Além das palavras, há a boca a ser beijada.
Além dos abraços, há braços para me recepcionarem
E seios me acomodarem.
Além dos elogios, há ouvidos que precisam ser flertados.

E tudo, quem sabe?
Comece com um beijo amigo bem dado.
Com o carinho amigo bem dado.
Com um amor bem iniciado.
Com a conquista bem conquistada.
Com um amor além do que amado.


Criado em: 31/07/2005
A "Escrição": Criado na insone madrugada de 30 para 31 de Julho, me veio a inspiração que soprou este escrito. Sem muitas coisas que estivessem trafegando em minha mente eu escrevi normalmente e não acho que seja boa. Mas publico para não deixar espaços vazios.

sexta-feira, julho 29, 2005

Os Caminhos dum Sistema > SiSBR-01 <

A tênue linha da incerteza,
Vossa vulga dúvida.
A cruel certeza de estar incerto.
A frieza com que pessoas recusam
Os certos incertos.
A vulgaridade do amor.

A compaixão condensada como perdoar,
Já é escassa.

Estar incerto sobre as certezas da vida,
E não ter nem UM guia para vos certificar.

Estar incerto sobre as maneiras de viver,
E não ter ninguém para vos dar a mão.
Agora certo de que os delitos, as agressões
Os crimes e a vida bandida são vosso caminho,
Eles já não querem vos dar perdão.

Antes quando vós necessitastes,
Não recebestes a mão.

E agora que já não darão-vos o perdão,
Com a mesma, aquela mão, vos dirão:

MARGINAIS! BANDIDOS! ASSASSINOS!

Criado em: 28 de Julho de 2005
A “Escriçao”: O que me veio na idéia durante a criação foi, a marginalização que sofrem esses que caem na vida bandida afetando nós cidadãos comuns também vítimas desse sistema vicioso. / A marginalização que sofrem, surge, acredito eu, principalmente da camada média que vê mais freqüentemente os marginais.
Já as camadas mais altas, dispõem de recursos que os privilegiam de lonjura suficiente desses desagrados da sociedade do país.
Os marginais são a metamorfose ambulante e eterna (enquanto permanecer assim a nossa vida severina: educação suja e limpeza mal-educada [não confundam com o político, por favor]). São tão vítimas quanto nós. Mas como todos nós bem sabemos, uns resistem mais e outros menos. Aqueles que estão mais por baixo têm apenas um recurso ( quando a vida já não lhes mostra nada além da luz dum trem que adentra um túnel) “marginalizar-se”. Tornam-se adeptos da vida bandida. E nós que no processo todo poderíamos ter evitado isso, agora apenas discriminamos, humilhamos, não compreendemos, julgamos. Antes déssemos a mão, para que não lamentássemos agora a dor de perder, quem sabe, um irmão.

terça-feira, julho 26, 2005

A Bailarina

Admirador d'A Bailarina.
Apresentou-se em Petrópolis - RJ no dia 23 (às 21hs).
Não perdi sua excelente performance.
Minhas Congratulações à Germana.

Caso queiram conhece-la, apenas visitem a comunidade do orkut:
A Bailarina: http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=3661218

Espero qu'ela tenha recebido o convite da comunidade e assim qu'ela ingressar estarei informando aqui na minha varandinha.

Saudações caros amigos terrestres,


Matti

Desenhos

Palavras para mim
São apenas desenhos cursivos.

Mas estes desenhos são
De beleza linda para ela.
Então estou sempre desenhando,
Procurando,
A curva imperfeita. Pois,
Perfeição, neles já há.

O que seria de mim
Se não fossem meus desenhos?

Teria de conquista-la com fonemas.
E assim, manteria este sonho
Frio como o gelo eterno.

Fonemas
Bloqueiam sua própria liberdade
Para que não cometam o engano
De se misturarem
De forma prejudicial ao seu genitor.

Os desenhos são
Minha extensão mais bela e trabalhada.

Não os temo.


Criado em: 06 de Junho de 2005
A "Escrição": Foi escrito no tempo do intervalo entre algumas aulas que não me recordo. Eu olhava todas passando e não enxergava nenhuma. Mas sabia que certamente ela está por ai também me procurando.

Exclamação Quieta

Não irei falar!
Gritarei silenciosamente,
Infinitas vezes, se necessário for
Para te chamar a atenção.

Não direi de tua beleza,
Não elogiarei tuas conquistas,
Não serei nada comum.
Mas simples, apenas sou.

Pensarei pausadamente,
Para degustar de te-la em minha mente.

Manterei-me assim recluso a mim mesmo,
Até que a combustão de nosso amor esteja completa
E restem apenas brasas.

Este brasil irradiará a vermelhidão de nosso amor,
Irradiará até que a centelha da vida,
Em mim, se apague e então a substituirá.

Criado em: 10 de Junho de 2005
A "Escrição":
Quando foi escrito eu não pensava em nada além da alma feminina. Não é preciso gostar de alguém, ou estar amando para compor algo. Basta que se capte a alma daquilo que você observou e que quer descrever.
Este poema surgiu durante a espera por uma companhia para um almoço. Enquanto esperava me forçei a escrever sem mesmo ter a tal "inspiração". E saiu isto ai, algo que eu me sinto feliz de ter criado. Claro que pretendo melhora-lo, e a mim também para que isso seja possível.

Mais um de meus ensaios de poema

O Conselho dado a mim era:
Recitar.

Fossem minhas ou alheias,
Era para te encantar.

Teus olhos para mim,
E sorrindo para o mundo,
Se deixando inebriar
Logo ao me escutar.

Mais forte atar nossa amizade.
Mais curta deixarmos estar
A distância, para qu'eu possa sussurrar
E você me encantar.


Criado em: 25 de Julho de 2005
A "Escrição": Quando estava quase dormindo eu pensava no passado ginasial.
Estudávamos em 2001 várias pessoas. Uma delas em especial pra esta composição.
Ela era estudiosa, era amigável, era muitíssimo séria. Só hoje tento atar firme um amigar ( sermos amigos) com ela. Enquanto estudávamos juntos eu não acreditava em sonhos, que investia tempo e fé, e também não me ligava na presença dela.
Hoje, anos mais tarde, me vejo mais maduro (creio eu) e percebo que isso foi um grande erro. E este erro pôde ser reparado sendo pedidas desculpas e tentando recuperar o tempo perdido. Sendo amigo. Ter amizades que durem tanto quanto uma vida. É isso que vale.

sábado, junho 25, 2005

Descrição do Orkut.com

Somos meros atores coadjuvantes que limpam o cenário de sujeira, cantamos musicais felizes sobre a triste realidade em que vivemos no nosso cotidiano. Os colocamos em cena, prontos pra atuar. Eles não ensaiam, são Ofídios e Ofídias que passam entre nós pedem óbolo e nós por desconhecermos seu significado, votamos. Hoje parecemos todos anfíbios indefesos, cuja tortura foi sal no lombo. É de partir, quem tiver ainda, o coração.

Quem eu sou? Boa pergunta, nem eu sei te responder. Saiba que sou mais uma pessoa neste mundo, que polui e que ocupa espaço, que é humano. Se ainda há espaço, eu acredito que há sim, sou mais um idealista, acredito que o objetivo auto-destrutivo intrínseco no homem sofre hoje uma metamorfose. Assim que surgimos os idealistas. Para mostrarmos que mais melhoras precisam ser feitas, que o homem é imperfeito.

Sou um corpo estranho no corpo dessa sociedade. Não achei aquele lugar que me faça sentir confortável. Talvez esse tal lugar seja uma ilusão impressa pelos vários meios de massificação a que estamos expostos continuamente.

Pessoas vividas, com mais freqüência lamentam que uma instituição está se perdendo, o casamento. Bom, não dou ouvidos aos comentários prós nem contras. Eu acredito no matrimonio e nas tentativas de mantê-lo longe de ser abalado. Num relacionamento sério, ético até no amor, por que não? Discordo daqueles que acreditam não ser necessária a escolha bem selecionada de nossa companheira. Procuramos não alguém, mas uma namorada ou no futuro uma esposa, mais que isso, uma companheira e cúmplice. Talvez por esses pensamentos tão errados nesse tempo, eu viva boa parte do tempo só procurando por você, esse alguém que me fará feliz. :)